Indústria de embalagem projeta crescer 10% até final do ano
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Da Redação 
O setor de embalagens plásticas entra num período favorável a partir de agora, por causa das expectativas de aumento nas vendas do varejo. Mesmo com o alto preço da matéria básica para a produção do plástico, o diretor industrial Alberto Perozza Neto, da Poly Plásticos, empresa com sede em Londrina, projeta um crescimento de 5% a 10% nas vendas. ''De setembro a março, nós consideramos o período como a nossa safra'', reforça ele.
''Estamos falando de um mercado altamente nervoso. De um dia para o outro, os pedidos chegam, com prazos muito curtos para o atendimento. Esse é um setor que possui um ciclo rápido de produção, com aproximadamente 10 dias de duração, do pedido à entrega do produto'', explica Perozza Neto.
Segundo ele, a embalagem tornou-se grande responsável pela venda. São nas embalagens que se obtêm informações sobre o produto, tabelas, além de outras qualidades, como a de garantir a conservação e o charme do produto.
A Poly trabalha expressivamente na área alimentícia, com clientes como a Frimesa, Coopavel, Confepar e Mezzani. Para garantir a qualidade da embalagem, a indústria adquiriu uma impressora Flexo 8, que já está em funcionamento, além das outras máquinas. Com ela, o parque gráfico da Poly passou a ter uma capacidade de produção de 300 toneladas/ mês. Os investimentos nos novos equipamentos ultrapassam os R$ 4 milhões.Com os novos equipamentos a Poly tornou-se referência entre as indústrias do segmento de médio porte no estado do Paraná, com faturamento anual de R$ 25 milhões. A expectativa é de chegar a R$ 50 milhões em 5 anos.


