Nos três requisitos avaliados pelo estudo do IBGE - pessoal ocupado assalariado, número de horas pagas e folha de pagamento real - os setores industriais ligados a alimentos e bebidas, indústrias extrativas e produtos químicos acabaram com o melhor desempenho.
No acumulado deste ano, a indústria extrativa foi a que mais empregou no País, com alta de 4%, seguida pela de alimentos e bebidas (3,8%), máquinas e equipamentos (1,7%) e produtos químicos (1%).
A indústria extrativa também foi a com melhor desempenho no número de horas pagas, com aumento de 3,9%. Logo na sequencia vieram alimentos e bebidas (2%), máquinas e equipamentos (1,1%) e produtos químicos (1,1%).
Já em relação aos setores que melhor remuneraram, a indústria extrativa novamente acumulou alta: 10,1%. Alimentos e bebidas ficaram em segundo lugar (8,2%), máquinas e equipamentos em terceiro (6,8%) e minerais metálicos (4,4%) em quarto.
Entre as indústrias que não estão remunerando bem este ano, muitas são de segmentos importantes do País. A indústria têxtil acumulou queda de 2%, com calçados e couro (-3,1%), vestuário (-3,4%) e madeira (-4,6%) logo na sequência. (V.L.)

mockup