O Sindicato de Metalúrgicos de Curitiba demonstrou ontem muita preocupação com a indefinição da continuidade dos trabalhos da Daimler-Chrysler, em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. ‘‘A gente acha que o fechamento é inevitável’’, afirmou o diretor de Educação do Sindicato, Clementino Tomaz Vieira. ‘‘Não estamos falando apenas dos 250 empregos diretos que a empresa tem, mas do impacto social que a saída da Chrysler vai provocar em Campo Largo’’, disse.
Segundo o Sindicato, alguns executivos da montadora Nissan teriam visitado a fábrica da Chrysler, o que demonstraria a intenção de vender o local. Porém, Vieira recordou que há um acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho, que prevê que qualquer decisão, como mudança de produção ou demissões, deve ser discutida antes com os funcionários.
A assessoria da montadora não confirmou se essa visita foi feita, mas informou que isso é assunto interno e que a definição sobre o que será feito da fábrica será previamente anunciada. (R.F.)

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