O Royal Plaza Shopping, em Londrina, optou neste ano pela migração do mercado cativo de energia para o livre pelos reajustes da Copel no ano. O superintendente do Royal, Luiz Roberto Parizotto, afirma que enxerga uma incerteza no País em relação aos preços nos próximos anos, o que justifica a mudança.
Com consumo intensivo pelos aparelhos de ar condicionado ligados em boa parte do dia, centros de compras e grandes lojas de departamentos estão entre os potenciais clientes desse tipo de sistema. "Comparando com o preço atual que pagamos, esperamos uma economia de 5% a 10% no primeiro ano e de até 30% no terceiro ano", diz Parizotto.
O superintendente lembra que estudou por um período o mercado, com a comparação das últimas contas de energia. Mesmo com a redução no consumo, o aumento de custos médio foi de 120%. "Observamos que já houve quebra de empresa de fornecimento e o governo atuou para garantir o combinado, então é um sistema confiável. É uma tendência para as empresas", diz. (F.G.)

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