Inadimplência representa 1,5% do financiamento
A inadimplência do setor agrícola no Banco do Brasil tem ficado na casa de 1,5% do volume total de financiamentos nas duas últimas safras. O porcentual foi apresentado ontem pelo diretor de agronegócios da instituição, Luís Cláudio Vaz. Outro exemplo positivo apresentado pelo diretor foi o de que houve redução da carteira prorrogada de 2008 para este ano, com o saldo total passando de aproximadamente R$ 15 bilhões para cerca de R$ 12,5 bilhões. O pessoal já está pagando, disse.
Estes números apresentados por Vaz serviram para que ele embasasse sua avaliação positiva a respeito da recomendação feita pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de que as instituições analisassem o crédito do produtor rural de forma diferenciada.
A instrução é a de que o risco do tomador seja diferenciado quando as operações forem distintas uma no setor rural e outra em qualquer outra área. No caso de as operações serem todas agrícolas, a instituição deve levar em consideração a que possui o maior risco de inadimplência.
O Banco do Brasil deve terminar o detalhamento de toda a estrutura a esse respeito, de acordo com Vaz, até a próxima segunda-feira. Para ele, a medida terá efeitos positivos para a contratação de recursos envolvidos com a nova safra. (AE/C.F.)





