O ministro-chefe da Casa Civil e coordenador da Câmara de Gestão da Crise de Energia, Pedro Parente, afirmou ontem que, de acordo com os cálculos feitos pela equipe do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Edward Amadeo, e do econonmista-chefe do Ministério do Planejamento, José Guilherme Reis, o aumento de tarifas proposto no Plano de Racionamento de Energia terá um impacto de 0,15 ponto porcentual sobre o IPCA, índice usado para medir a inflação de acordo com as metas do Fundo Monetário Internacional.
De acordo com Parente, pelo desenho do programa anu nciado, o governo acredita que ‘‘o impacto das medidas sobre a economia será o menor possível’’. - Parente evitou fazer qualquer projeção sobre esse impacto alegando que ‘‘o cálculo é muito difícil’’. ‘‘É muito difícil fazer isso agora. O governo nao se atreve porque qualquer projeção seria muito imprecisa. Mas, pelo desenho do programa, nós achamos que o impacto será o menor possível.’’ (AE)

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