Ibovespa sobe
Dólar sobe

Bolsa brasileira encerra com valorização de 0,40%
Depois de ter perdido o patamar de 96 mil pontos no início da tarde, diante das dúvidas em relação à tramitação da proposta de reforma da Previdência no Congresso e dos renovados temores de desaceleração da economia global, o Ibovespa buscou uma recuperação na reta final da sessão. A força das blue chips Itaú Unibanco e Petrobras conduziu uma melhora do índice, que fechou em alta, a despeito da queda das bolsas em Nova York. O Ibovespa encerrou com valorização de 0,40%, aos 96.932,27 pontos. O giro financeiro foi de R$ 16,2 bilhões.

Itaú Unibanco e Petrobras impulsionaram o índice
Os papéis da Petrobras ganharam impulso com declarações do ministro de Minas e Energia, Bento de Albuquerque, sobre a cessão onerosa. Segundo Albuquerque, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) se reunirá na próxima quinta-feira (28) para definir o modelo de revisão do contrato da cessão onerosa, firmado com a Petrobras em 2010. Petrobras ON fechou com ganho de 0,54% e PN, +1,33%. As ações do Itaú Unibanco, que têm o maior peso na composição do Ibovespa, terminaram com ganho de 1,82%, na máxima. Outras ações do setor financeiro também terminaram com ganhos.

Dólar fecha na máxima da sessão, aos R$ 3,77
O mercado de câmbio teve novo dia de cautela, que empurrou o dólar para R$ 3,77 na máxima da sessão. Nas mesas de operação, preocupações sobre a reforma da Previdência no Congresso pesaram nos negócios. O fortalecimento do dólar no exterior também contribuiu para manter as cotações pressionadas no mercado local. O dólar à vista fechou com valorização de 0,75%, a R$ 3,7598, e o real foi a moeda de país emergente que mais perdeu valor ante o dólar. Na parte da tarde, a moeda americana chegou a desacelerar o ritmo de alta, mas o tom de cautela acabou predominando.

Taxas de juros fecham estáveis alinhados ao câmbio
Os juros futuros terminaram a sessão regular estáveis em relação aos ajustes anteriores, após passarem a maior parte do dia em alta moderada. As taxas zeraram o avanço na última hora de negócios, alinhadas especialmente à redução da pressão no câmbio. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 fechou em 6,430%, de 6,415% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2021 passou de 7,071% para 7,08%. A taxa do DI para janeiro de 2023 encerrou em 8,19%, de 8,182%, e a do DI para janeiro de 2025 encerrou a 8,71%, de 8,722%.

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