Rio de Ja­nei­ro – O Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro do ­Meio Am­bien­te e dos Re­cur­sos Na­tu­rais Re­no­vá­veis (Iba­ma) no­ti­fi­cou a Pe­tro­bras a apre­sen­tar até ho­je um ‘‘re­la­tó­rio ­consolidado’’ so­bre o pla­no de re­cu­pe­ra­ção da ­área atin­gi­da pe­lo va­za­men­to de pe­tró­leo ocor­ri­do no dia 31, na ba­cia de San­tos. O po­ço fi­ca a 250 qui­lô­me­tros de Ilha­be­la, no li­to­ral de São Pau­lo. As in­for­ma­ções são da Agên­cia Bra­sil.
  Por ­meio de no­ta, o Iba­ma dis­se que pe­diu um ‘‘re­la­tó­rio con­so­li­da­do so­bre a res­pos­ta ao va­za­men­to, in­cluin­do o de­ta­lha­men­to das ­ações pre­vis­tas no pla­no de emer­gên­cia apro­va­do no li­cen­cia­men­to ­ambiental’’. ­Após a en­tre­ga do do­cu­men­to, o ór­gão de­ci­di­rá ­qual san­ção po­de ser apli­ca­da pe­lo va­za­men­to do pe­tró­leo no mar. Em ca­so de mul­ta, o va­lor má­xi­mo pre­vis­to na lei po­de che­gar a R$ 50 bi­lhões.
  Na sex­ta-fei­ra, téc­ni­cos do Iba­ma fi­ze­ram um so­bre­voo na ­área atin­gi­da. ­Após a ins­pe­ção aé­rea, o ór­gão cons­ta­tou que o vo­lu­me des­pe­ja­do de ­óleo cru foi de 26 me­tros cú­bi­cos. ‘‘O so­bre­voo evi­den­ciou a exis­tên­cia de uma man­cha pou­co es­pes­sa e des­con­tí­nua, com apa­rên­cia de fri­sos pra­tea­dos (...). Du­ran­te o so­bre­voo, foi pos­sí­vel ob­ser­var a rea­li­za­ção de dis­per­são me­câ­ni­ca do ­óleo no mar com o au­xí­lio de ja­tos de ­água. Da­da a dis­tân­cia da cos­ta e as con­di­ções ocea­no­grá­fi­cas no lo­cal, o Iba­ma ava­lia que não de­ve ha­ver che­ga­da de ­óleo no ­litoral’’, diz o co­mu­ni­ca­do.

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