Até o final de 2009, a Hydronorth deve inaugurar um centro de distribuição no eixo Rio-São Paulo, região responsável por 55% das vendas da empresa hoje. O investimento inicial é estimado em R$ 5 milhões. A empresa trabalha com a possibilidade de, futuramente, abrir uma fábrica naquela região. ''Queremos triplicar a nossa produção'', informa Amado Góis, presidente da empresa, cuja produção atual é de 30 milhões de litros por ano de tintas e resinas (ao todo são 24 linhas de produtos).
Segundo Góis, a matriz em Cambé deve ser mantida. Ele informa que a diretoria ainda está avaliando imóveis e localização da nova unidade. ''Dependendo do caso, podemos comprar as instalações de uma fábrica já existente'', adianta o empresário.
Ele diz que a Hydronorth ''está muito bem'' no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas precisa se fixar naquela região para ampliar o mercado, entrando também em Minas Gerais e no Espírito Santo. Hoje, menos de 1% da produção da empresa é exportada. ''Ainda temos muito para crescer no mercado interno. Até 2012 queremos nos firmar como a melhor empresa nacional na área de tintas e revestimentos'', diz Góis. (G.M.)

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