As moedas de pequeno valor, que são substituídas por balas e chicletes na hora do troco estão no bolso do cliente. A opinião é do tesoureiro da Caixa Econômica Federal Luís Carlos Martins, de Londrina. Moedas de R$ 0,10, R$ 0,05 e principalmente de R$ 0,01 são as que mais fazem falta. Na opinião de Martins, ‘‘a falta de hábito dos brasileiros, que não gostam de carregar moedas, dificulta a circulação.’’
Segundo Martins, muitos clientes procuram a agência local da Caixa para trocar moedas por notas de papel. ‘‘Só aceitamos se for como depósito’’, afirmou. Martins informou ainda que as máquinas caça-níquel também são responsáveis pelo ‘‘sumiço’’ das moedas. Entretanto, o tesoureiro admitiu que o problema existe. ‘‘Este ano houve corte no orçamento da União, de cerca de 60%, para fabricação de moedas.’’
O encarregado de caixas do Banestado Gilberto Nogueira disse que a agência local recebe muitos depósitos de feirantes e poupadores. ‘‘Isso alivia o troco’’. No supermercado Carrefour, uma funcionária ligada à direção informou que não faltam moedas . ‘‘Se tivermos que voltar R$ 0,01 ou R$ 0,02, voltamos R$ 0,05’’, afirmou. Na Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), com o valor do passe de ônibus a R$ 1,00, o troco também não tem sido problema.

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