Gustavo voltou do Havaí; Vitor vai para a China
O estudante de engenharia civil Gustavo Alavarse Bicalho, 22 anos, viveu a experiência do intercâmbio nos Estados Unidos entre dezembro de 2008 e março deste ano. Ele participou de um programa, dirigido a universitários, com direito a visto para trabalhar durante três meses naquele país. Por meio do programa, ele obteve toda a documentação necessária para a viagem cuidando ele mesmo de encontrar um emprego ao invés de já sair do Brasil com contrato de trabalho.
É que fui com três amigos e queríamos trabalhar juntos. Então, essa opção de arrumar emprego lá foi melhor, diz ele, que trabalhou como azulejista na construção de um hotel no Havaí. Quando chegou lá, porém, no auge da crise financeira mundial, Gustavo teve dificuldade de conseguir trabalho e contou com a ajuda de brasileiros que já estavam lá. Ele trabalhava em média três vezes por semana durante 10 horas por dia. Ganhava 10 dólares por hora. Com o salário, foi possível manter-se lá, viajar pelos Estados Unidos e pagar parte da passagem de volta.
É uma experiência para a vida. Aprendi a me virar muito mais, afirma Gustavo. Para quem quer viver a experiência, ele recomenda planejar bem, procurar uma agência confiável e tirar dúvidas com quem já foi.
A China é o destino desejado por Vitor Luis Testa, 23 anos, estudante de Administração, em Ourinhos (SP). Ele já se cadastrou em uma agência para conseguir estágio remunerado na sua área naquele país. Me interessei pelo diferencial. A China é um país em expansão com o qual o Brasil tem muitos contratos de importação e ex-portação, justifica.
Ele diz que já está juntando dinheiro para pagar o programa e pretende ficar seis meses por lá. Este será o segundo intercâmbio feito por Testa, que foi recentemente para os Estados Unidos, onde trabalhou nas férias. (G.M.)





