O prognóstico entre analistas é de que as ações devem continuar em alta, mas em ritmo mais lento. O motivo é que as Bolsas pisaram o acelerador nos sete meses do ano e fatores positivos, como a expectativa de privatização, entre elas a de Vale do Rio Doce e Banda B do celular, foram incorporados aos preços das ações. Por essa análise, a partir de agora o mercado de ações poderia voltar-se mais a fatores negativos.
Uma fonte de instabilidade que se coloca para as Bolsas em agosto é o vencimento de exercício de opções, no dia 18. A ausência de capital estrangeiro nos pregões que antecedem esse evento e a disputa entre os aplicadores que levam vantagem com a alta e os que lucram com a baixa das ações podem levar a fortes oscilações.
Essa perspectiva torna os fundos a fórmula mais indicada para quem pretende investir em ações. São três as modalidades: os fundos de ações tradicionais, os de carteira livre e, ainda, os de capital garantido. A rentabilidade de alguns fundos de carteira livre segue a variação da Bolsa paulista, que no ano, até agora, não esteve negativa em nenhum mês. É forte, no entanto, a exposição ao risco. O fundo garantido protege o capital, mas o rendimento pode ficar abaixo do da renda fixa.Caderneta

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