Fundos
Continuam a melhor opção na renda fixa. Ainda que os juros estejam em queda, o que teoricamente favorece os prefixados, os fundos DI, que seguem a oscilação da taxas, são uma boa indicação no momento. Na semana passada, por exemplo, o BC reduziu o ritmo de queda dos juros, o que pode ter prejudicado quem deu preferência a uma aplicação prefixada. E não se podem descartar novas mudanças na velocidade de redução das taxas
Caderneta
Foi a pior opção da renda fixa em novembro, e não deve melhorar em dezembro. É opção contra-indicada de investimento
CDBs
Esses papéis são a melhor opção apenas para quem só pode investir por 30 dias e tem grandes quantias
Bolsas
As ações já subiram muito nas últimas semanas, o que diminui o espaço para a valorização no curto prazo. Para quem pode aplicar por períodos dilatados, porém, as Bolsas são boa opção. As ações brasileiras ainda estão baratas e, se os investidores estrangeiros continuarem participando dos pregões como nos últimos dias, as cotações podem seguir em alta
FIFs cambiais
Os fundos cambiais são indicados para quem tem dívida em dólar ou teme uma desvalorização do real em relação ao dólar. Essa hipótese, no entanto, parece afastada no momento
Fiex
Os fundos de investimento no exterior (Fiex) são opção para quem acredita que o Brasil vai continuar recuperando a credibilidade no mercado internacional e aguenta fortes oscilações. São aplicações arriscadas porque a maior parte da carteira é composta por papéis da dívida externa brasileira. Os ativos do fundo estão denominados em dólar, protegendo o investidor de uma desvalorização cambial

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