Guia das aplicações
BOLSAS
Depois da ressaca do ano-novo, as bolsas podem começar a definir tendência a partir desta semana. A maior incógnita é se as operações com ações ficaram isentas da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Se o investimento em bolsa estiver sujeito ao pagamento da CPMF, é possível que boa parte dos negócios com papéis de empresas brasileiras passe a ser feita na Bolsa de Nova York.
DÓLAR
A perpectiva é de que as cotações do paralelo recuem este mês, devolvendo as altas registradas em dezembro por conta da maior procura por dólares por parte de empresas e investidores que querem driblar o fisco na passagem do ano. Continua opção contra-indicada de investimento.
CDB
Pela taxa máxima, os CDBs de 30 dias deverão render hoje 23,41% ao ano, ou 1,77% bruto e 1,50% líquido ao mês. Quantias abaixo de R$ 5 mil deverão receber taxa variando de 15,07% ao ano, ou 1,18% bruto e 1,00% líquido, a 16,39% ao ano, ou 1,27% bruto e 1,08% líquido. Como as taxas dos CDBs variam amplamente de acordo com o valor, é interessante comparar o rendimento dos CDBs de menor valor com o oferecido pelos fundos e pela caderneta antes de fazer a escolha.
FUNDOS
Os FIFs de 60 dias prometem rendimento líquido de 1,38% para aplicações hoje, nos primeiros 30 dias; os FIFs de 30 dias devem render no mesmo período 1,23%. FIFs de 60 dias são mais rentáveis que CDBs emitidos por taxa abaixo de 21,40% ao ano; FIFs de 30 dias ganham de CDBs negociados por taxa inferior a 18,90%. FIFs de curto prazo estão rendendo, em média, 0,0177% líquido ao dia.
CADERNETA
Mesmo com a elevação do redutor da Taxa Referencial (TR) em janeiro, de 0,85% para 0,97%, a caderneta continua boa opção de investimento para quem só pode deixar o dinheiro aplicado por 30 dias. Para depósitos feitos nesta semana, as projeções de rendimento são as seguintes: dia 6 - 1,3363%; dia 7 - 1,3504%; dia 8 - 1,3645%; dia 9 - 1,2977%; dia 10 - 1,2167%.





