Desde o dia 1º de janeiro, consumidores de baixa tensão com consumo médio superior a 500 kWh podem aderir à tarifa branca, que oferece uma tarifa mais barata no período das 22h às 17h (ou das 23h às 18h no horário de verão), chamado de "fora da ponta".

O objetivo é desestimular o consumo no período de maior demanda, que é das 17h às 22h. Quem não aderiu à nova modalidade de tarifação branca paga uma tarifa única para qualquer período do dia. As condições para a aplicação da modalidade branca foram estabelecidas pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Os interessados em aderir à tarifa branca devem solicitar a migração para a modalidade à sua distribuidora de energia. O pedido é necessário para que a companhia de energia possa fazer a troca do medidor, sem custos para o consumidor.

Por enquanto, apenas consumidores de baixa tensão com consumo médio acima dos 500 kWh podem optar pela nova modalidade de tarifação. Em 2019, a tarifa branca estará disponível também para estabelecimentos com consumo médio entre 250 e 500 kWh mensais, e a partir de 2020, para todas as ligações de baixa tensão, exceto para a iluminação pública e para a tarifa social.

Mas a migração pode não valer a pena para todos os consumidores. Saiba por que nesta sexta-feira (26) na Folha Economia.

mockup