Grupo da Cohab já teve ganho de causa em última instância
Um grupo de 10 funcionários da Companhia Habitação de Londrina ajuizou uma ação para ressarcir os expurgos do FGTS há sete anos. Segundo a funcionária Maria Verônica Siena, a ação já foi julgada em última instância, em que o Supremo reconheceu o direito à correção dos 105% calculados pelo advogado contratado pelos trabalhadores. O grupo, segundo ela, conta com sete funcionários que ainda estão na ativa e três que já se aposentaram.
A ação, segundo Verônica Siena, agora transita em julgado o que significa que não comporta mais recursos e voltou para a primeira instância para a revisão dos cálculos. Maria Verônica diz que em maio deste ano a Caixa Econômica fez depósitos nas contas vinculadas do FGTS do grupo, mas com valores inferiores ao aprovado pela Justiça. Em alguns casos, a Caixa depositou 40% do valor devido. No meu caso, o depósito foi de 60%, ou seja, perderia 40% dos meus direitos, afirma.
A funcionária da Cohab afirma que o advogado que representa o grupo do qual faz parte, Narciso Ferreira, já entrou com petição para que o juiz reveja os cálculos, o que deve ser feito por peritos indicados pela Justiça. A diferença de mais de 100% no saldo é muito grande, e a gente não deve deixar para lá achando que o processo é demorado ou não compensa. A gente tem que brigar sempre pelo nossos direitos, afirma. (G.R.)





