Grupo Alimentação foi o que mais contribuiu para a alta do IPC-S
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sábado, 02 de novembro de 2013
José Roberto Castro<br> Agência Estado 
São Paulo - O grupo Alimentação, que passou de 0,79% na terceira quadrissemana de outubro para 0,93% na última leitura do mês, foi o que mais contribuiu para a alta do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador geral subiu 0,06 ponto porcentual, de 0,49% para 0,55%, entre os dois períodos.
Os itens com maior influência positiva no IPC-S da quarta quadrissemana foram tomate (de 15,82% para 24,76%), aluguel residencial (de 0,77% para 0,80%), plano e seguro saúde (de 0,67% para 0,67%) e tangerina (de 22,19% para 34,80%). Já os cinco itens com as maiores influências negativas foram gasolina (de -0,70% para -0,63%), leite tipo longa vida (de -1,60% para -1,80%), cebola (de -21,57% para -17,40%), manga (de -23,70% para -20,51%) e mamão papaia (de -2,31% para -10,69%).
Dentro dos grupos que apresentaram alta, a FGV destacou o comportamento dos itens hortaliças e legumes (de 0,79% para 0,93%), no grupo Alimentação; medicamentos em geral (de 0,08% para 0,27%), no grupo Saúde e Cuidados Pessoais; alimentos para animais domésticos (de 0,90% para 1,89%), no grupo Despesas Diversas; tarifa de telefone móvel (de 0,82% para 1,10%), no grupo Comunicação; aluguel residencial (de 0,77% para 0,80%), no grupo Habitação; e show musical (de 0,78% para 1,47%), no grupo Educação, Leitura e Recreação.
Já entre os grupos que desaceleram, a instituição destacou os itens serviços de oficina (de 1,04% para 0,51%) no grupo Transportes e calçados (de 0,43% para 0,23%) no grupo Vestuário.


