Greve dos vigilantes continua em Curitiba
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terça-feira, 05 de fevereiro de 2013
Andréa Bertoldi<br>Reportagem Local 
Curitiba - Os vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana decidiram em assembleia realizada no final de tarde de ontem continuar a greve por tempo indeterminado. O paralisação começou na última sexta-feira e hoje entra no quinto dia. De acordo com informações do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, ontem, 509 agências bancárias não puderam funcionar em função da greve. A adesão da categoria estava em 70%, o que representou 7 mil a 8 mil trabalhadores parados.
Os trabalhadores querem um reajuste salarial pela inflação, que equivale a 6,37%, o pagamento de um adicional de periculosidade de 30% e um aumento no vale-alimentação de R$ 15,50 para R$ 20. O Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná (Sindesp-PR) informou, através de nota, que os trabalhadores receberão o adicional de periculosidade de 30% e terão reajuste das cláusulas econômicas, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). No entanto, a categoria não aprovou o pagamento do reajuste salarial dividido em três parcelas, em fevereiro, junho e outubro. Soares disse que os trabalhadores também não concordaram com o aumento de R$ 1 que foi oferecido no vale-alimentação.
"Caso o sindicato patronal oferecesse o INPC em uma parcela e melhorasse o reajuste do vale-alimentação, poderíamos pensar em chegar a um acordo", disse Soares. Segundo ele, ontem já começou a faltar dinheiro em algumas agências de Curitiba.
Hoje acontece uma reunião na Superintendência Regional do Trabalho, em Curitiba, para dar continuidade às negociações entre trabalhadores e o sindicato patronal. A Febraban informou que os bancos estão fazendo todos os esforços legais para atender os clientes.


