Lâmpadas incandescentes comuns podem ser retiradas do mercado até 2016, segundo uma portaria publicada em janeiro pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Caso não sejam feitas melhorias no produto, elas serão substituídas por lâmpadas fluorescentes.
Com a medida, a intenção do governo é economizar cerca de 10 TWh/ano até 2030, energia suficiente para abastecer seis milhões de casas. Atualmente, no mercado brasileiro, existem 147 modelos de lâmpadas incandescentes etiquetadas, fabricadas por quatro empresas diferentes. Estas lâmpadas são usadas, segundo estimativa do MME, em 80% das casas do país.
As lâmpadas fluorescentes podem oferecer quantidade maior de luz a um custo energético bem menor do que a tecnologia incandescente. Em uma casa de dois quartos, banheiro, cozinha, sala de estar e área de serviço, por exemplo, a opção pelo produto fluorescente levaria a uma economia de aproximadamente R$ 15,60 por mês na conta de luz. Ao final de um ano, o consumidor deixaria de pagar R$ 187,20, dinheiro que poderia ser usado para cobrir outra necessidade da família.

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