Brasília - O Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social apresentaram juntos um superávit de R$ 7,5 bilhões em abril. Esse resultado, que não inclui os gastos com pagamento dos juros que incidem sobre a dívida pública, foi o maior desde abril do ano passado, quando essas esferas de governo registraram uma economia de R$ 9,7 bilhões.
Naquela época, no entanto, o governo tinha acabado de assumir o comando do País e suspendido gastos dos ministérios até que fosse feita uma reavaliação de todos os projetos em andamento. Este ano, segundo o secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, a situação se inverteu.
Houve um aumento dos gastos de custeio, investimentos e também das liberações de recursos referentes a contratos feitos no ano passado e que ainda não haviam sido quitados. Com isso, o que garantiu o bom desempenho no mês foi o aumento de receitas.
Em abril, as receitas do governo central somaram R$ 35,1 bilhões. Nos quatro primeiros meses do ano, elas acumulam R$ 134,5 bilhões. Somente o Tesouro Nacional arrecadou com impostos e contribuições R$ 109 bilhões, o equivalente a 21,39% da produção nacional medida pelo Produto Interno Bruto (PIB).

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