Dos R$ 577 milhões previstos por Jaime Lerner, R$ 100 milhões se referem à prorrogação de dívidas de custeio que não contam com seguro rural. Dos R$ 477 milhões restantes, R$ 250 milhões se referem a crédito de custeio de culturas que contam com linhas de crédito já existentes e R$ 210 milhões se referem a recursos novos, linha especial com longo prazo e juros favorecidos, para pequenos produtores que não têm acesso ao crédito.
Os R$ 17 milhões solicitados a fundo perdido são para compra de sementes de milho para os produtores rurais que não têm terra. O dinheiro novo é a questão mais difícil de ser resolvida, na opinião de Lerner. Pratini disse que o governo vai prorrogar as dívidas do que for possível. O diretor de crédito rural do Banco do Brasil, Ricardo Conceição, prometeu liberar o Proagro para o trigo.

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