O ministro da Agricultura, Pratini de Moraes, admitiu ontem que o governo estuda a possibilidade de liberar a importação de álcool combustível, entre um conjunto de medidas destinadas a prevenir eventuais problemas de abastecimento. Na terceira quadrissemana de julho, o produto figurou com destaque entre os maiores índices de aumentos de preços levantados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo. No período, o combustível subiu 11,33% – mais que a gasolina (6,77%) e que o óleo diesel (3,86%) –, sustentado por uma quebra na produção canavieira, provocada por dois períodos de longa estiagem. Até o fim de julho, a gasolina deverá acumular 10% de alta e o álcool, 15%.

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