O projeto piloto desenvolvido pela HP demanda de desoneração e, se aprovado pelo governo, será aplicado por todas as empresas que queiram exportar usando a mesma metodologia.

Entre os serviços que podem ser exportados pelas PES estão o gerenciamento de redes de aplicativos, o desenvolvimento de software e o suporte de serviços. Esses serviços circulam de um país para outro por meio de fibras óticas e telecomunicações. Como não são submetidos ao controle de alfândegas, as plataformas terão mecanismos especiais, já desenvolvidos, que permitirão ao governo controlar as vendas externas.

A implantação do projeto no Brasil começou a ser discutida em janeiro, quando o ministro Luiz Fernando Furlan se reuniu com Carly Fiorina, em Davos (Suíça). O evento de ontem marca o primeiro resultado de um trabalho que o governo está fazendo para atrair ao País empresas de alta tecnologia. Furlan disse que, neste mês, o governo volta à Europa para novas visitas corpo a corpo na atração de empresas e, em setembro, volta aos Estados Unidos com o mesmo propósito.
O ministro ressaltou que a Lei de Inovação de Tecnologia, aprovada em 7 de julho, foi o grande estímulo aos empreendedores e pesquisadores interessados no Brasil. (AE)

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