O diretor-presidente da Ferroeste, Osíris Stenghel Guimarães, afirmou ontem que o governo do Estado só deve começar a tocar as obras de extensão da ferrovia a partir do próximo ano. O governo tem intenção de construir mais dois ramais ferroviários distintos, que ligarão Cascavel a Foz do Iguaçu e Cascavel a Guaíra. A ampliação será de mais 350 quilômetros.
A extensão da Ferroeste até Foz do Iguaçu tem um custo estimado de R$ 170 milhões. O dinheiro para a obra deve sair de financiamentos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a participação da iniciativa privada. Segundo Guimarães, a previsão é concluir a obra no prazo de três anos a partir do início da construção.
A Ferroeste tem a concessão de exploração ferroviária até o município de Dourados (MS). Após construir os dois ramais, a Ferroeste pretende passar a concessão para grupos privados. ‘‘O Estado tem a política de deixar tudo o que pode ser deixado para a iniciativa privadda’’, afirmou Guimarães. O grupo que passa a explorar o trecho Guarapuava a Cascavel acredita que deva ficar também com os trechos até Foz do Iguaçu e Guaíra. (C.M.)

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