Representantes dos ministérios da Fazenda e das Minas e Energia, da Agência Nacional do Petróleo e da Petrobras discutirão hoje em Brasília a nova proposta para desatar o nó cambial que está segurando os investimentos nas termelétricas. A Petrobras propõe a criação de uma ‘‘conta gás’’, que seria zerada anualmente com o repasse da variação cambial para o consumidor.
O secretário-executivo de Energia do Ministério das Minas e Energia, Afonso Henriques, disse ontem que a proposta visa atenuar os impactos para o consumidor e para a cadeia produtiva. Ele falou na criação de uma ‘‘espécie de PPE (Parcela de Preço Específica) do gás’’, um mecanismo de crédito e débito que manteria o reajuste anual das tarifas. A PPE é o que o governo arrecada com a diferença entre o preço do petróleo no mercado externo e o dos combustíveis no interno.

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