Governo descarta vaca louca no País
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sábado, 08 de dezembro de 2012
Redação FolhaWeb 
A suspeita de que uma fêmea bovina teria morrido por Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como mal da vaca louca, em Sertanópolis, no Norte do Paraná, em 2010, foi descartada pelo governo brasileiro na manhã de ontem. O último diagnóstico foi divulgado pelo renomado laboratório Animal Health and Veterinary Laboratories Agency, da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), localizado na Inglaterra. O caso foi estudado durante dois anos.
A notícia causou um certo alvoroço nessa sexta-feira, mas de acordo com nota oficial divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o animal não morreu por causa da doença em si, tratando-se de um caso "não clássico" da enfermidade. "O que foi detectado é que o animal possuía o agente causador da EEB, porém, não manifestou a doença e nem morreu por ela", descreve a nota oficial. Segundo o Mapa, a OIE notificou o governo brasileiro ontem que irá manter a classificação sanitária do País como de risco insignificante para este tipo de doença.
O animal obteve morte súbita, sendo descartada pela equipe técnica a possibilidade de raiva bovina e outros tipos de doenças contagiosas. A nota confirmou que as investigações epidemiológicas não demostraram qualquer compatibilidade com um caso clássico da doença, informando ainda que no Brasil não há EEB.
O caso foi considerado "não clássico", já que o agente causador do mal da vaca louca foi identificado, porém o animal não morreu por conta da doença.
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