Genebra - A um ano do fim do governo Lula e com a Organização Mundial do Comércio (OMC) em um impasse, o Itamaraty prolifera anúncios sobre novos acordos comerciais e relança iniciativas de negociações que estavam paralisadas. Poucos, porém, terão um impacto econômico importante e a maioria são por enquanto ações políticas. Ontem, o Brasil anunciou a abertura de seu mercado para produtos dos 30 países mais pobres do mundo a partir de 2010. Hoje, lança negociações para a criação do maior bloco do Hemisfério Sul e na quarta-feira fecha um tratado de preferências tarifárias com outros países emergentes. Entre os países latino-americanos, cresce a constatação de que a Rodada Doha dificilmente será concluída. A ideia do governo, portanto, é a de deixar algum acordo assinado como marca do governo Lula. (Agência Estado)

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