A General Motors Corp, maior montadora do mundo, decidiu parar completamente todas as suas operações na América do Norte e dispensar todos os empregados não-essenciais, informa The Wall Street Journal. Será a maior paralisação da GM desde a greve nacional de 67 dias liderada pelo sindicato dos trabalhadores em montadoras UAW em 1970.
Segundo o Journal, em memorando intitulado ‘‘Fechamento agressivo das operações’’, assinado por cinco altos executivos de operações, a GM orientou os gerentes a suspenderem imediatamente todas as operações, exceto as relacionadas ao lançamento do novo picape da empresa.
A direção tomou a decisão de parar a produção porque avalia que a greve iniciada no dia 5 nas unidades de Flint, Michigan, que cortaram o fornecimento de peças à montadora, não terá solução rápida. O número de funcionários parados deve rapidamente chegar ao total de 224 mil, dos 146.400 atingidos até ontem, diz o Journal. Os custos com a perda de produção são estimados em cerca de US$ 1 bilhão.

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