Nova York - Após 101 anos, a General Motors, que já foi a maior montadora do mundo, deve entrar hoje com pedido de concordata na Justiça norte-americana. No final de semana, a maioria dos credores de uma dívida de US$ 27,2 bilhões da companhia finalmente fechou um acordo para trocar os débitos por até 25% da ''nova GM'', empresa saudável que deve emergir da concordata. Com isso, dois dos maiores ícones do capitalismo norte-americano, a GM e o Citigroup, emergem da atual crise global como empresas em que o Estado detem a maioria das ações. Embora a GM do Brasil afirme que a crise da matriz não impacta a subsidiária brasileira, analistas veem alguns canais de contágio. O desenho da concordata definirá se a GM do Brasil será tragada pelo processo ou se ficará à parte da recuperação judicial.

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