O município de Fartura, no interior de São Paulo, tem sua caixa previdenciária há cinco anos. O presidente do fundo, Paulo Roberto Lucareli, e o diretor financeiro, José Brás, participaram de curso em Londrina sobre o problema no setor porque dizem que estão preocupados com o futuro do fundo. Segundo eles, a cota dos funcionários é de 8% e a da prefeitura, de 11%. ‘‘A previsão é que a cada ano aumente a participação da prefeitura até chegar aos 16%’’, diz.
A Prefeitura de Fartura tem 280 funcionários, quatro aposentados e três pensionistas. ‘‘A prefeitura tem cumprido a sua parte. Mas queremos saber se é preciso alguma modificação para que a caixa tenha condições de bancar todos os benefícios no futuro’’.
Em Presidente Prudente (SP), os servidores municipais contam com uma autarquia desde a década de 60 para a prestação de assistência médica. ‘‘Por lei, essa autarquia também passou a ser responsável pela aposentadoria, mas não está funcionando assim. Daqui a cinco ou sete anos, o problema vai estourar’’, afirma a procuradora jurídica de Prudente, Silvana Kageyama.(C.P.)

mockup