Para a arquivista Andréa Prado Souza, que atua desde 2004, no Centro de Documentação e Memória da Unimed, a experiência vivenciada pelos profissionais que trabalham com a massa documental tem mostrado que os documentos existentes devem estar sempre alinhados com as estratégias e metas globais da empresa. ''Nessa perspectiva a área atua diretamente nas necessidades de informação identificadas junto aos colaboradores, o que possibilita o planejamento de ações que atendam às expectativas de todos os públicos da empresa'', explica.
Ela conta que atualmente a equipe trabalha na ampliação de um projeto de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). ''O trabalho quer proporcionar maior agilidade nas respostas dos usuários, uma vez que a disponibilidade da informação e a rápida comprovação documental são mais exigidas por parte das empresas''
Na busca pela tecnologia mais adequada, a empresa, segundo a arquivista, optou-se por um sistema híbrido que trouxesse facilidades e segurança tanto a documentos físicos como digitais e que integrassem os processos de digitalização e microfilmagem de documentos por meio de um único software de captura ligado a scanners em rede.
Para Andréa, trabalhar a informação da empresa por meio dos documentos não é tarefa fácil. O profissional precisa gostar de documentar, de aplicar a metodologia e a organização, precisa entender de tecnologia e dos conceitos arquivísticos para fazer a gestão acontecer. ''O maior desafio é vencer as resistências internas. Neste projeto (o GED) participam técnicos e especialistas em estratégia, documentação, e tecnologia na busca de um modelo prático e coerente com o modelo de negócio da empresa.''

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