O sonho da geógrafa Laura Regina Bernardes Kiihl era visitar a Austrália ou a Nova Zelândia, na Oceania. "Tenho esse sonho de conhecer o outro lado do mundo. São países bem diferentes, com faunas bem diferentes", diz. Por causa da alta do dólar, entretanto, ela adiou os planos e, por enquanto, optou por uma viagem mais curta, à Venezuela. "Sou geógrafa e já viajei bastante pelo meu trabalho, mas conheço muito pouco o nosso continente. Na América Latina as coisas são bem mais em conta, e é uma região muito bonita que eu gostaria muito de conhecer."
Já a professora Mariângela Bianchini estava em dúvida se mantinha os planos de ir para os Estados Unidos com as filhas, Gabriella e Manuella Bianchini, ou se tomava um destino nacional. Mas ao pedir auxílio da agência de viagens chegou à conclusão de que mesmo com o dólar alto valia a pena partir para o exterior. "Pelo fato de ser um destino diferenciado. Estou indo para dar a oportunidade às minhas filhas de conhecerem outra cultura, outro país, por um preço mais ou menos equiparado."
Segundo a professora, que está indo pela primeira vez ao país norte-americano, o preço do pacote internacional acabou saindo praticamente pelo mesmo preço do nacional por causa das passagens e hotéis promocionais que encontrou. O que vai fazer a diferença é o consumo que será feito no local, a ser pago em dólares. "Como é uma viagem a passeio, e não para compras, podemos arriscar ir sem trazer muita coisa."(M.F.C.)

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