Gastech garante abastecimento de GNV
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sábado, 10 de novembro de 2007
Fernanda Mazzini<br>Reportagem Local 
Os problemas de desabastecimento de gás natural veicular concentrados no Rio de Janeiro não trazem risco para Londrina. ''Estamos tranquilos, temos contratos firmados de abastecimento e de preços fixados. Estamos trabalhando a todo vapor, não paramos nossos investimentos'', afirmou o diretor corporativo da Gastech, Waner Labiglalini.
Ele informa que no final de janeiro devem entrar em funcionamento postos de GNV em Maringá, Arapongas e Apucarana. Também deverá ser instalada uma outra unidade de abastecimento na região de Ortigueira, mas o local ainda não foi definido. ''Idealizamos nosso projeto não só para Londrina, mas para toda a região e isso não vai parar'', observou. Labigalini também assegurou que o preço do metro cúbico não será reajustado e que vai continuar sendo comercializado por R$ 1,49.
Na sua avaliação, a afirmação de membros do governo federal de que as conversões de veículos deveriam ser suspensas foi ''infeliz''. ''O problema está localizado no Rio de Janeiro, onde 42% da frota é convertida. Além disso, o abastecimento não foi suspenso, o Rio deixou apenas de receber o excedente do previsto em contrato e isso só durou quatro horas'', disse. O diretor acrescentou que o posto de Londrina - instalado na Avenida Dez de Dezembro - tem tanques reservas, onde estão armazenados 10 milhões de metros cúbicos de GNV.
Segundo ele, se 3% da frota municipal - cerca de 9 mil veículos - já tivessem sido convertida o consumo mensal seria de 700 mil metros cúbicos. Por enquanto, em quase dois meses de atividade, cerca de 320 veículos já utilizam o GNV na cidade. Labigalini acrescenta que o número está bem acima da estimativa inicial, que era de 150 veículos.


