G. Aronson entra com pedido de concordata
O empresário Girsz Aronson, dono da rede de eletrodomésticos que leva o seu nome, completou 81 anos de idade neste mês, mas não tem muito o que comemorar. Ontem seu advogado, José Basano Netto, deu entrada na 31ª Vara Cível de São Paulo com pedido de concordata da empresa e solicitação de 60 dias para relacionar os credores e os balanços da companhia, que tem 34 lojas, fatura por ano cerca de R$ 250 milhões e possui mil empregados.
É a segunda vez que Aronson recorre ao benefício legal da moratória. A primeira foi em 1991, quando seus débitos somavam cerca de US$ 20 milhões. Desta vez, o tombo foi mais feio. No requerimento feito ontem, documentos não revelam o passivo da empresa, mas sabe-se que as dívidas são da ordem de R$ 65 milhões (R$ 50 milhões com fornecedores e R$ 15 milhões com bancos), a que a empresa se propõe a pagar em duas prestações (40% na primeira e o restante na segunda).





