O diretor comercial da Telecom Itália Móbile (TIM), Roberto Pelegrini, afirmou ontem em Foz do Iguaçu que ainda é cedo para avaliar o que poderá mudar nos negócios brasileiros da empresa devido à fusão da Telecom Itália com a Deutsche Telekom. A apresentação da união das duas empresas foi feita por volta das 10 horas da manhã, em Londres, pelo diretor executivo da TIM, Franco Bernap. A transação comercial das duas empresas formará a maior companhia mundial na área de telefonia, estimada em US$ 158 bilhões.
A fusão passará agora pelo Conselho de Acionistas e pela aprovação dos governos italiano e alemão, só então começará o processo de definição do que pode mudar nas filiais espalhadas pelo mundo. A Telecom Itália entra na parceria com 44%, contribuindo com a tecnologia para a área da telefonia móvel, considerada mais avançada. A Deustsche, que entra com 56%, tem equipamentos e programas de última geração voltados para a telefonia fixa.
A TIM atua no Brasil desde a privatização do Sistema Telebrás. A empresa italiana participa dos consórcios que atuam na telefonia celular da Banda A e Banda B. Ela faz parte do consórcio que adquiriu a Telepar Celular, Telesc Celular e CTMR de Pelotas, do grupo Maxitel, que venceu a concorrência da Banda B para controlar a telefonia móvel no Centro-oeste, e ainda da Telenordeste, com a Banda A.

mockup