A intenção de privatizar Furnas Centrais Elétricas até o primeiro trimestre de ano que vem está mantida. A informação é do ministro da Casa Civil, Pedro Parente. Ele disse ontem que o modelo de privatização já está pronto e definido, mas que ainda precisam ser equacionados problemas com o fundo de pensão da estatal, a cisão da empresa e a dívida com o MAE (Mercado Atacadista de Energia).
Parente afirmou ainda que ‘‘não vê retrocesso na decisão do governo em privatizar Furnas’’. Segundo ele, o governo está buscando ‘‘um modelo claro’’ para não afastar investimentos no setor de energia elétrica.
‘‘Furnas sempre é delicado, mas não ao ponto de ter tolhido as discussões’’, disse sobre as resistências políticas que envolvem o processo.
A necessidade de racionalização do consumo de energia em várias regiões do País, o aumento da oferta e a possibilidade de racionamento não influenciaram na decisão do governo sobre a venda das ações da estatal.
Parente participou ontem da inauguração da Sala do Cidadão que está localizada no andar térreo dos ministérios das Comunicações e Transportes. A sala possui computadores que são fornecidos para que a comunidade tenha acesso à Internet.

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