Fundos, CDBs e até a poupança são as opções
O investidor continua tendo na renda fixa a melhor opção de investimento, ainda que a tendência dos juros seja de queda. Aplicações como fundos, CDBs e caderneta vão continuar rendendo bastante acima da inflação.
A redução das taxas básicas da economia, patrocinada pelo Banco Central (BC) na semana passada, foi mais conservadora do que esperava o mercado - a TBC (o piso dos juros), por exemplo, recuou de 2,9% para 2,72%.
Nesse quadro, os fundos de renda fixa prefixados são mais indicados que os fundos DI (atrelados à variação do CDI, título trocado pelos bancos). Como seguem a oscilação diária das taxas, os DI tendem a render menos com os juros em queda. Já a mudança na fórmula de cálculo da TR, que remunera a caderneta, só entra em vigor em fevereiro.
As perspectivas para as Bolsas ainda não estão muito claras, tornando arriscado o investimento em ações. Se a situação internacional (em especial a do Japão e da Coréia do Sul) se normalizar, é possível que os mercados acionários retomem trajetória consistente de alta. Para que isso ocorra, é necessário, ainda, que as reformas tramitem rapidamente no Congresso.





