Para o líder de produção da Atlas Schindler, Sílvio Antunes, o espetáculo foi muito bom e engraçado. ''A gente assimila melhor com piadas. É importante porque a gente vê o que já fez de errado'', comenta. Na opinião do serralheiro industrial, Antonio Marcos Sassa, a mensagem ficou mais fácil de ser compreendida com o teatro. ''É legal porque os funcionários interagem. Fizeram piadas com pessoas que trabalham com a gente'', diz ele, lembrando que sempre procura utilizar os equipamentos de segurança para evitar acidentes. Quem também gostou do espetáculo foi o auxiliar de produção Laércio Cunha Pereira. ''Achei bastante produtivo e alegre. Tem inclusive um personagem com meu nome. No começo, achei que fosse eu''.
O ator Márcio Américo é dramaturgo e já trabalhou como redator na Rede TV e Gazeta/SP. Ele fundou o grupo em 1985 com a intenção de levar espetáculos a espaços alternativos. ''Desenvolvi em estilo de teatro baseado no humor, na praticidade, na linguagem coloquial e na diversidade de personagens interpretados por um só ator. Esta é a marca do Alternativo'', diz Américo, que interpreta quatro personagens na peça ''A verdadeira história de Aparecido, o operário distraído''. O Aparecido é interpretado por Paulo Castro.
Vinte anos após a sua fundação, o grupo tem espetáculos que atendem os mais diversos segmentos, abordando temas como meio ambiente, desenvolvimento sustentável, reciclagem e destinação de lixo, criados especialmente para o Sebrae-PR. (V.B.)

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