São Paulo - A frota de veículos flex brasileira já evitou a emissão de mais de 75 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2) na atmosfera de abril de 2003 até o final de outubro com a utilização de etanol. O volume de CO2 que deixou de ser emitido no período, de 75.918.494 milhões de toneladas de CO2, foi calculada pelo carbonômetro, um instrumento desenvolvido pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), que estima a quantidade do poluente que deixou de ser emitida pelos carros flex quando abastecidos com etanol.
Segundo o consultor de emissões e tecnologia da Unica, Alfred Szwarc, para atingir o mesmo total de CO2 que deixou de ser emitido por carros flex de acordo com o carbonômetro, seria preciso plantar e manter ao longo de 20 anos mais de 200 milhões de árvores nativas. De janeiro a setembro deste ano foram licenciados quase 2 milhões de carros flex no mercado nacional, de acordo com informações da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Nesse período, as vendas de automóveis flex cresceram 7% em relação ao mesmo período do ano passado.

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