Frio ainda não afeta preços
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sexta-feira, 27 de maio de 2005
Marta Ortega<br>Reportagem Local 
A chuva e a queda na temperatura não chegaram a afetar as áreas cultivadas de hortigranjeiros na região de Londrina. De acordo com a engenheira agrônoma da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab), Rosângela Zaparoli Vieira, 80% da área de olerículas da região são cultivadas em estufas. ''Não houve prejuízo nem na qualidade nem na produção''. Por enquanto, a variação de preços dos produtos comercializados na Central de Abastecimento (Ceasa) de Londrina, depende apenas da oferta e da procura dos produtos.
Ontem, poucos produtos sofreram variações. A batata, por exemplo, que vinha mantendo o preço, subiu 28,57%. A caixa passou de R$ 70 para R$ 90. Apesar do aumento, o consumidor ainda encontra o produto pelos preços praticados durante a semana. R$ 1,22 o quilo da extra e R$ 2,58, o quilo da monalisa.
A abobrinha branca também teve uma alta que variou de 25% a 33%, dependendo da qualidade do produto. A caixa com 20 quilos de primeira qualidade, passou de R$ 12 para R$ 15. O quilo está sendo vendido a R$ 1,79 nos mercados.
O tomate, que sempre sofre oscilações, teve um pequeno aumento, pouco significativo na cotação da Central. O reajuste foi de 16%, alterando o preço do produto de primeira qualidade de R$ 24 para R$ 28. Os preços nos supermercados continuam os mesmos, em média, R$ 1,68 o quilo.
Queda apenas na abóbora moranga (20%) e na abóbora japonesa (33%). A abóbora moranga passou de R$ 15 para R$ 12 a caixa, enquanto a japonesa baixou de R$ 22,50 para R$ 15 a caixa.
Alface, pimentão, repolho e vagem, continuam mantendo os preços da semana. A alface (das variedades crespa e lisa) está sendo vendida entre R$ 4 e R$ 8 a caixa com 18 pés. O pimentão, entre R$ 6 e R$ 10 a caixa. O repolho continua entre R$ 10 e R$ 15 e a vagem, entre R$ 10 e R$ 20 a caixa.


