Curitiba - Os frentistas tiveram mais uma rodada de negociação ontem com o Sindicombustíveis-PR para negociar o reajuste salarial deste ano. Os trabalhadores querem 17,62% de aumento no piso que hoje é de R$ 900 (já contabilizado o percentual de 30% de periculosidade). Os funcionários reivindicam o mesmo percentual de reajuste para o vale-refeição e para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Em todo o Estado são 32 mil frentistas e em Curitiba e Região Metropolitana 6 mil.
O presidente do Sindicombustíveis, Roberto Fregonese, disse que foi oferecido um aumento de 6,5% nos salários, um reajuste da PLR de R$ 120 para R$ 480 e manutenção do vale em R$ 260. A proposta foi rejeitada.
Segundo Fregonese, se fosse a aprovada, a proposta traria reajuste médio de R$ 0,05 a R$ 0,06 no litro dos combustíveis. Os dois sindicatos devem retomar as negociações em 10 dias. ''Se o patronal vier com uma proposta negativa, podemos entrar em greve'', disse o presidente do Sindicato dos Frentistas, Lairson Sena.

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