São Paulo - A polícia já descobriu o nome da corretora de São Paulo que dava sustentação para as operações fraudulentas realizadas no mercado financeiro por três ex-operadores do Banco Santander. A prisão preventiva do dono da corretora, que está foragido, foi decretada pela Justiça segunda-feira, mas seu nome é mantido em sigilo.
A polícia também não divulgou os nomes dos operadores envolvidos. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Segurança Pública informou, no início da noite, que os três continuam presos no 77º Distrito Policial de São Paulo.
A Secretaria de Segurança também não confirmou os valores de R$ 3 milhões - este seria o montante total, segundo a diretoria do Santander, das operações irregulares.
As irregularidades foram descobertas pelo Santander em dezembro. O banco demitiu por justa causa os operadores e os denunciou à Polícia. O caso foi investigado, desde então, pelo delegado Rui Ferraz Fontes, da Delegacia de Roubo a Bancos do Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic). Na quarta-feira eles foram presos.
O Santander informou que as irregularidades ocorriam na ‘‘mesa de balanço’’ do banco, onde são contabilizadas as entradas e saídas dos recursos movimentados durante o dia.

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