São Paulo O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, disse ontem que a sua entidade rejeita qualquer possibilidade de parcelamento nos ajustes salariais de qualquer categoria. ''Esta posição da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) foi anunciada pela Clarice Messer, diretora do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, mas acho que não é a posição final da entidade. De qualquer maneira somos contrários e queremos, juntamente com a CUT (Central Única dos Trabalhadores), uma reposição salarial e um aumento de 20%. É uma posição conjunta que vamos levar à Fiesp no dia 29, em passeata das duas centrais sindicais.''
Paulinho salientou também que a Força Sindical está concluindo um estudo sobre uma nova legislação sindical para o Brasil, ''e depois vamos nos debruçar sobre uma reforma trabalhista, onde os trabalhadores não percam os direitos que ganharam através dos tempos''. Ele admitiu, em relação à reforma sindical, iniciar um trabalho conjunto com a CUT.

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