Fomos pegos de surpresa
"Fomos pegos de surpresa. Não sabíamos desta caso", afirma o administrador geral do Hospital do Câncer de Londrina, Edmilson Garcia. Ele alega que a instituição tem uma tabela própria para atendimento oncológico e que, por isso, não poderia ter participado de uma negociação coletiva com os demais. "Sempre procuramos preservar os parceiros nas nossas negociações. Nunca deixamos de atender os servidores, nunca houve rescisão de contrato", afirma.
A assessoria de imprensa do Hospital Evangélico disse que a instituição se surpreendeu com a decisão do conselho, que o processo é antigo, e que a assessoria jurídica está verificando o que houve. Segundo a assessoria, o hospital jamais negou atendimento aos pacientes da Caapsml.
O funcionário Adalberto Rubens, do Hospital Ortopédico, também afirmou que a instituição se surpreendeu com a notícia. E disse que não conhecia o teor do processo. A Santa Casa apresentou a mesma alegação, por meio da assessoria. E garantiu que nunca deixou de atender os servidores.
Denilson Novaes, superintendente da Caapsml, também não sabia do processo até ontem. Mas alega ter buscado informações e descoberto que o plano de saúde viveu um momento conturbado com os prestadores naquela época. "Mas houve acordo e tudo ficou resolvido, temos uma excelente relação com os hospitais", afirma. De acordo com ele, "alguns" servidores se sentiram prejudicados porque não foram atendido em "alguns" hospitais e procuraram o Procon que fez a denúncia.
A reportagem não conseguiu contato com Gerson da Silva, coordenador do Procon de Londrina à época. (N.B.)





