A cabeleireira Ivone da Silva Kenaip decidiu abrir um empreendimento individual há quatro meses, embora seja profissional do setor há 22 anos. Ela trabalhou a maior parte do tempo em outros salões, sem ser registrada.
A outra parte do tempo, cerca de oito anos, ela trabalhou por conta própria. Agora, diz que está muito satisfeita em ter saido da informalidade. ''Para mim é ótimo porque a gente tem o auxílio-doença, se precisar, o auxílio-maternidade e fica mais fácil para se aposentar''. Para isso, ela contribui com R$ 56,00 por mês, o que é estabelecido por lei.
A cabeleireira diz que não enfrentou nenhuma burocracia para abrir o seu empreendimento. Ela foi atendida no próprio Sebrae.
Depois que formalizou o negócio, Ivone já abriu conta da empresa em uma agência bancária e solicitou, inclusive, a instalação de uma máquina para que seus clientes possam efetuar os pagamentos com cartões de débito ou de crédito.
Hoje, como a lei permite, a cabeleireira uma funcionária registrada e já pensa até em expandir seus negócios. (E.A.)

mockup