Depois de aprovar a sexta revisão do acordo fechado com o Brasil, o Fundo Monetário Internacional (FMI) deixou claro que aposta que o País poderá aumentar seu potencial de crescimento e competitividade na economia mundial a partir de uma maior abertura da economia. A aposta consta de carta assinada pelo diretor-gerente do Fundo, Horst Köhler, na qual, ao mesmo tempo em que expressa a ‘‘satisfação’’ com o desempenho e resultados da economia brasileira, adverte ao Brasil que prossiga com os esforços para obter, ‘‘o mais cedo possível’’, a aprovação das reformas tributária e administrativa.
O Fundo avaliou que o País ‘‘progrediu’’ ao aprovar a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas destacou que ‘‘as autoridades devem aprofundar e acelerar os esforços em outras áreas estruturais pendentes’’. Dentre estas, a carta de Köhler ressalta a regulamentação dos fundos de aposentadoria complementar para os trabalhadores públicos – que, no entanto, já estava em votação ontem na Câmara dos Deputados –, a reforma tributária e a cobrança de contribuição previdenciária dos servidores públicos aposentados.

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