O projeto do governo de flexibilização da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) poderá fixar em dois anos o prazo de vigência da nova lei. Essa proposta permitirá a negociação de direitos trabalhistas, como férias e 13º salário.
O governo pretende incluir a mudança no projeto para facilitar sua aprovação. ''Se estabelecer uma validade for uma forma de conciliação, aceitamos a mudança'', disse o ministro do Trabalho, Francisco Dornelles. A proposta estabelece que as negociações coletivas prevalecerão sobre a lei, desde que não contrariem a Constituição e as normas de segurança e saúde.

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