O Pro­con ini­ciou na se­ma­na pas­sa­da em Lon­dri­na uma fis­ca­li­za­ção no se­tor ban­cá­rio do mu­ni­cí­pio. A ‘‘Ope­ra­ção ­Bancos’’ tem o in­tui­to de ve­ri­fi­car se as ins­ti­tui­ções fi­nan­cei­ras es­tão cum­prin­do as le­gis­la­ções vi­gen­tes re­fe­ren­tes ao se­tor, prin­ci­pal­men­te no que diz res­pei­to ao aten­di­men­to aos clien­tes. Qua­tro fis­cais ini­cia­rão os tra­ba­lhos nas agên­cias da re­gião nor­te da ci­da­de, se es­ten­den­do pa­ra as ou­tras re­giões nos pró­xi­mos ­dias.
Se­gun­do Car­los Ne­ves Ju­nior, coor­de­na­dor do Pro­con em Lon­dri­na, o se­tor ban­cá­rio foi o cam­peão de re­cla­ma­ções no ór­gão em 2010, com 3.687 pro­to­co­los re­gis­tra­dos. No ano pas­sa­do, o ór­gão vi­si­tou 15 agên­cias e au­tuou dez de­las. ‘‘Va­mos rea­li­zar a fis­ca­li­za­ção nas agên­cias ­mais crí­ti­cas, on­de o nú­me­ro de re­cla­ma­ções é ­maior. Não há uma da­ta exa­ta pa­ra o tér­mi­no dos ­trabalhos’’, avi­sa Carlos.
  No que diz res­pei­to à le­gis­la­ção, exis­tem pe­lo me­nos qua­tro ­leis na ­qual os fis­cais do Pro­con es­ta­rão ­mais aten­tos: a que tra­ta do tem­po de es­pe­ra nas fi­las no aten­di­men­to ge­ral e dis­po­ni­bi­li­da­de de ca­dei­ras aos clien­tes (Lei Mu­ni­ci­pal 7.614/98), so­bre a exi­gên­cia de man­ter be­be­dou­ros e ins­ta­la­ções sa­ni­tá­rias ade­qua­das (Lei Mu­ni­ci­pal 10.027/06), aten­di­men­to pre­fe­rên­cial e ex­clu­si­vo dos cai­xas des­ti­na­dos a pes­soas aci­ma de 60 ­anos, ges­tan­tes, pes­soas com de­fi­ciên­cia fí­si­ca e com crian­ças de co­lo (Lei Es­ta­dual 13.400/01), ­além da que tra­ta so­bre a ins­ta­la­ção de di­vi­só­rias en­tre os cai­xas e os clien­tes que aguar­dam aten­di­men­to.
  Os es­ta­be­le­ci­men­tos ban­cá­rios que não cum­pri­rem as ­leis vi­gen­tes po­dem so­frer ad­ver­tên­cias e até mul­tas. ‘‘Os va­lo­res po­dem atin­gir R$ 12 mil, de­pen­den­do da in­fra­ção co­me­ti­da pe­las ­instituições’’, cal­cu­la Car­los.


● Popularmente conhecida ‘como ‘Lei dos Biombos’’ (10.932/2010), é importante porque dá segurança e privacidade para quem está sendo atendido

● Em Londrina, o tempo máximo de espera previsto na legislação é de 15 minutos para dias considerados normais, e 30 minutos para dias excepcionais, como o para pagamentos de forma geral

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