Fim do estresse para profissionais
Curitiba - O estofador Elvani Sérgio de Jesus, 55 anos, teve uma empresa de estofamentos e decoração por dez anos. Mas, como os impostos começaram a pesar, decidiu fechar a empresa e atender os clientes em domicílio, usando uma Kombi como ''oficina volante''.
Agora, quer tornar-se empreendedor individual para sair da informalidade. ''Consigo tirar cerca de R$ 1.300,00 por mês'', contou ele, que atua no ramo há 35 anos.
A cabeleireira Gilda de Oliveira, 45 anos, trabalhava em casa e resolveu ter o próprio salão de beleza através do programa. Ela trabalha com uma manicure que também vai aderir. Elas terão uma recepcionista como funcionária.
Gilda calcula um faturamento médio bruto de R$ 2,2 mil para o salão. ''Agora posso abrir uma empresa, pagar o INSS e ter segurança gastando pouco com impostos'', disse. Antes, ela trabalhava em dois empregos como auxiliar de enfermagem e ganhava R$ 1.200,00 por mês. ''Estresse não existe mais para ela'', brincou o marido, Renato Ribeiro de Andrade. (A.B.)





