Com orçamento de R$ 1,6 milhão, o Filo gera trabalho para uma pequena equipe de nove pessoas durante o ano, mas, nos dias de festival, representa vagas temporárias para 350, segundo o diretor Luiz Bertiplagia.
O Filo gasta cerca de R$ 75 mil com hotéis, R$ 80 mil com restaurantes e R$ 50 mil com gráficas. ''Não existe uma pesquisa que mostre de fato o impacto econômico do festival, mas não há dúvida de que é muito importante'', afirma.
Com orçamento de cerca de R$ 900 mil, o Festival de Música de Londrina (FML) emprega apenas quatro pessoas durante todo o ano e cerca de 150 nos dias do evento. Segundo o diretor Marco Antonio Almeida, cerca de 1.500 pessoas entre alunos, músicos e professores, participam do FML.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Hotéis de Londrina, Alzir Bochi, os dois eventos estão entre os principais do calendário desses estabelecimentos. E hoje são mais importantes que o próprio vestibular da UEL. ''Depois da Movelpar (Arapongas) e da Exposição Agropecuária, os festivais são nosso momento mais produtivo'' afirma.
Ele ressalta que os dois eventos trazem para cidade hóspedes do exterior e que isso obriga os hotéis a treinarem seus funcionáros em línguas estrangeiras. (N.B.)

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